A geração Z descobriu a magia do bom e velho boteco
Eles cansaram. Depois de anos indo apenas a lugares da moda em busca daquela foto perfeita do prato de comida, o novo point da geração Z não tem nada de luxuoso.
Em vez de correr atrás do bar mais exclusivo ou do restaurante hypado do momento, os jovens nascidos entre 1995 e 2012 estão preferindo frequentar os estabelecimentos comuns da esquina de casa.
Nas redes sociais, esse movimento ganhou o nome de “regularmaxxing” — basicamente, o prazer de ser “de casa” em algum lugar.
Essa não vai para os stories: Depois de anos imersos numa rotina online hiperconectada, os jovens agora querem conexões offline reais, com rostos e histórias que existam fora das telas.
Situações como ir ao mesmo bar depois do trabalho, ser chamado pelo nome pelo garçom ou ganhar um lanche de graça por ser um cliente fiel estão virando símbolos desejados de pertencimento.
Tem gente de olho: Empresas estão aproveitando para criar programas de fidelidade e recompensas para incentivar clientes a voltar sempre — fortalecendo essa relação entre o frequentador e o lugar.
Afinal de contas, é mais barato manter um cliente fiel do que correr atrás de novos visitantes por causa de tendências passageiras.