Vereador por Goiânia, Major Vitor Hugo participa de sessão em Aparecida

Ainda durante a sessão, foi aprovada a revogação de lei que criava e denominava escola municipal

Participando da sessão ordinária desta quarta-feira, 08, o vereador por Goiânia e ex-deputado federal Major Vitor Hugo fez uso da tribuna e enalteceu o presidente da Casa, vereador Gilsão Meu Povo. Ele também fez referência ao vereador Dieyme Vasconcelos, que o convidou a participar da sessão.

Na sequência, falou sobre sua atuação na Câmara dos Deputados, em Brasília, quando destinou emendas parlamentares para Aparecida de Goiânia, e lamentou que uma delas, que seria para criar uma clínica para cuidar de crianças autistas, acabou não sendo efetivada.

Ele também agradeceu à cidade de Aparecida, destacando que já teve votação expressiva no município em eleições para deputado e ao governo do Estado e colocou seu gabinete na capital à disposição de todos os parlamentares de Aparecida e enumerou alguns projetos de sua autoria para a capital do Estado.

Por fim, desejou sorte a todos que serão candidatos nas próximas eleições.

Aproveitando a visita, o vereador Felipe Cortez pontuou que, enquanto deputado federal, Major Vitor Hugo foi um dos parlamentares que mais destinaram emendas para Goiás e, consequentemente, para Aparecida, e declarou apoio ao projeto do vereador de retornar à Câmara dos Deputados.

Já o vereador Dieyme falou sobre sua relação com o Major Vitor Hugo e citou benefícios que a gestão do ex-presidente Bolsonaro destinou para a cidade de Aparecida.

Lei revogada

Ainda durante a sessão, foi aprovado, durante a sessão desta quarta-feira, 09, o Projeto de Lei Nº 028/2026, de autoria do Poder Executivo, que revoga a Lei Municipal Nº 3.804/2024, que havia criado e denominado a Escola Municipal Raios Brilhantes.

A proposta determina a extinção formal da unidade escolar, em razão do encerramento de suas atividades ao final do ano letivo de 2025, conforme decisão administrativa da Secretaria Municipal de Educação.

Segundo a justificativa do Executivo, a revogação é necessária para adequar a legislação à realidade administrativa, evitando inconsistências jurídicas, já que a escola deixará de integrar a rede municipal de ensino a partir de 2026.