Brasileiros compram cada vez mais por mensagens sem nem sair da conversa
Poli Pay, módulo da Poli Digital, é exemplo e permite apresentar produtos, montar carrinhos e gerar cobranças durante o atendimento pelo WhatsApp, Instagram, Facebook e chat do site.
O WhatsApp deixou de ser apenas um canal de conversa com amigos e familiares e passou a ocupar espaço também nas relações de consumo. Sete em cada dez brasileiros dizem já ter comprado produtos ou contratado serviços pelo aplicativo, segundo a Opinion Box.
Nesse cenário, a conversa passou a concentrar diferentes etapas da compra: o consumidor encontra a empresa, tira dúvidas, escolhe o produto e decide o que levar sem necessariamente sair do aplicativo. Então, se ele já resolveu tudo dentro de uma conversa, por que precisa deixar esse ambiente para pagar?
A resposta começa a aparecer no avanço dos chamados pagamentos conversacionais, nos quais a venda e o recebimento acontecem a partir do mesmo ambiente de atendimento. A própria Poli Digital já movimentou mais de R$ 8 milhões por meio do Poli Pay, segundo dado atualizado pela empresa.
O dado ajuda a ilustrar uma mudança na relação entre conversa e compra. O Poli Pay é o módulo de vendas e pagamentos da Poli e permite que a empresa apresente produtos, monte carrinhos, gere cobranças e links de pagamento e acompanhe o andamento das vendas dentro do atendimento. A ferramenta pode ser utilizada em canais como WhatsApp, Instagram, Facebook e chat do site.
“Quando a compra começa em uma conversa, o consumidor já está avaliando o produto e considerando a possibilidade de comprar. Ele perguntou, recebeu uma resposta e chegou ao momento de decidir. Cada vez que precisa sair dali para continuar, existe uma nova possibilidade de interrupção”, afirma Alberto Filho, CEO da Poli Digital.

Alberto Filho, CEO da Poli Digital
O problema não é apenas a quantidade de cliques. Cada mudança de ambiente pode exigir que o consumidor repita informações, procure um link, abra outra página ou escolha novamente uma forma de pagamento. Em uma compra que já estava encaminhada, pequenas fricções podem ser suficientes para interromper a decisão.
Uma pesquisa da Fiserv ajuda a dimensionar esse ponto. Na edição 2026 do estudo, 75% dos consumidores brasileiros afirmaram já ter desistido de uma compra on-line. Outra pesquisa – da CNDL e do SPC Brasil – 34% priorizam rapidez e praticidade. Ao mesmo tempo, o Pix já é o principal meio de pagamento no dia a dia para 80% dos entrevistados e aparece como prioridade para 55% nas compras online.
Para as empresas, isso aumenta a importância de conectar o atendimento ao conhecimento do cliente, suas preferências e o que acontece depois da conversa. Não basta responder rapidamente se, no momento de comprar, o cliente precisa abandonar aquele canal. “O consumidor não separa atendimento, apresentação do produto, checkout e pagamento da mesma maneira que as empresas costumam separar internamente. Para ele, existe uma única interação com a marca. Quanto mais coerente for essa experiência, menor a chance de uma etapa quebrar o ritmo da compra”, diz Alberto Filho.
Dados de uma pesquisa global divulgada pelo WhatsApp mostram que 72,4% dos consumidores estão mais propensos a comprar de marcas que oferecem atendimento por mensagens. O levantamento também aponta que 73,3% preferem usar mensagens para se comunicar com empresas, reforçando o avanço de experiências contínuas em uma única conversa.
A Poli Digital atua nesse mercado desde 2018, quando seus fundadores identificaram dificuldades das empresas em manter agilidade e eficiência na comunicação com consumidores por WhatsApp e outros canais digitais. Hoje, a companhia possui mais de 1.200 empresas ativas utilizando sua plataforma.
Sobre a Poli Digital: www.poli.digital
referências:
https://materiais.opinionbox.com/pesquisa-whatsapp-no-brasil ( baixar)
https://whatsappbusiness.com/pt-br/resources/resource-library/state-of-business-messaging/