Esmaltes são recolhidos pela Anvisa e especialista alerta sobre riscos da substância
Entenda os riscos do TPO e a importância de escolher espaços que sigam normas sanitárias

A recente determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o recolhimento de esmaltes em gel com a presença de substância proibida voltou a acender o alerta sobre a segurança dos produtos utilizados em procedimentos estéticos.
A medida reforça preocupações em torno do TPO (Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide), composto não autorizado para uso em cosméticos no Brasil e associado a riscos como potencial cancerígeno, alergias, sensibilização da pele e, em alguns casos, descolamento da unha.
O episódio reacende um debate que já vinha ganhando espaço e reforça a necessidade de atenção por parte dos consumidores em relação ao que é utilizado durante atendimentos em salões de beleza.
Para a CEO da Ruse Esmalteria, Débora Menino, o momento é de maior conscientização, mas também de responsabilidade na escolha dos serviços.
“Existe uma preocupação crescente com o que está sendo aplicado nas unhas, e isso é importante. Mas o cliente precisa entender se os produtos utilizados são regularizados e se o espaço realmente segue as normas”, afirma.
Segundo a especialista, decisões recentes como essa evidenciam a importância da transparência no setor e da atuação responsável por parte dos estabelecimentos.