Aprovação de Lula sobe e supera desaprovação, indica pesquisa Futura/Apex
Em um mês, aprovação do presidente avançou de 44,9% para 49,6%
A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 49,6% em junho e superou a desaprovação, que ficou em 47,7%, segundo pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (16). Outros 2,7% dos entrevistados não souberam ou não responderam ao questionamento.
O resultado marca uma mudança em relação ao levantamento anterior, publicado em maio, quando a desaprovação de Lula era maior do que a aprovação. Naquele momento, 51,8% dos entrevistados afirmavam desaprovar o presidente, enquanto 44,9% declaravam aprová-lo. Os que não souberam ou não responderam somavam 3,2%.
Avaliação negativa do governo Lula recua
A pesquisa Futura/Apex também mediu a avaliação do governo Lula. De acordo com o levantamento, 41,4% dos brasileiros classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 39,8% consideram o governo ótimo ou bom.
O percentual dos que avaliam o governo como regular ficou em 18%. Outros 0,9% não souberam ou não responderam à pergunta.
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Na comparação com maio, houve queda na avaliação negativa do governo. No levantamento anterior, 45,7% dos entrevistados classificavam a gestão Lula como ruim ou péssima. Já o índice dos que avaliavam o governo como ótimo ou bom era de 37,5%.
Também em maio, 15,6% dos entrevistados consideravam o governo regular, enquanto 1,2% não souberam ou não responderam.
Pesquisa mostra melhora nos indicadores de Lula
Os dados divulgados nesta terça indicam uma recuperação nos índices de aprovação e avaliação positiva do presidente em relação ao mês anterior. A aprovação de Lula avançou de 44,9% para 49,6%, enquanto a desaprovação caiu de 51,8% para 47,7%.
Na avaliação do governo, a parcela dos que consideram a gestão ótima ou boa subiu de 37,5% para 39,8%. Ao mesmo tempo, o grupo dos que classificam o governo como ruim ou péssimo caiu de 45,7% para 41,4%.
Metodologia da pesquisa Futura/Apex
O levantamento ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 8 e 12 de junho. As entrevistas foram feitas por telefone, de forma assistida por computador. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01461/2026. www.brasil247.com